quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Boas ideias para decorar bares e restaurantes usando garrafas de vidro já usadas


Em razão de ser grande o volume de materiais usados e resíduos gerados em restaurantes, alguns deles podem, com alguma imaginação, serem posteriormente utilizados para incrementar o local e dar um toque pessoal na decoração. Um destes materiais são as garrafas. Aliás, o envio de vidros para a reciclagem ainda é um problema, pois são escassos os prestadores de serviços que se dedicam a esta atividade.

Paredes de bar decoradas com garrafas luminosas. 


Parede cenografada com fundo de garrafas espetadas.


Garrafas de vinho pintadas e customizadas. 


Garrafas com desenhos e depois iluminadas.


Garrafas que viram lustres.


Mesa decorada com fundos de garrafa.


Atualmente a decoração em bares, restaurantes e baladas não é mais homogeneizada como antes, exigindo sempre toques pessoais e exclusivos, que apenas a imaginação de cada um pode conceber. Ao usar materiais que seriam jogados fora, como garrafas usadas, a vitória é dupla: pela criatividade e pelo bem de diminuir o lixo.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Paul McCartney participa de campanha para proteger o Ártico



A ONG Greenpeace publicou em sua página da internet um artigo do músico e ex-Beatle Paul McCartney. No artigo, Paul conta que está participando da campanha Save the Arctic, e convida os leitores a assinar uma petição para evitar a exploração de petróleo no Ártico.

A campanha pede que cidadãos pressionem empresas petrolíferas – principalmente a Shell – para que elas não explorem as reservas de petróleo existentes no Polo Norte. Essas reservas eram inacessíveis devido à cobertura de gelo, mas com o derretimento das calotas polares e o avanço da tecnologia, hoje é possível explorar o óleo dessa região.

Para o Greenpeace, a exploração de petróleo no Ártico é condenável por dois motivos. Primeiro por queimar mais gases de efeito estufa, contribuindo para as mudanças climáticas, e segundo porque seria inviável limpar o local em caso de um vazamento de petróleo.

“É por isso que eu me juntei à campanha do Greenpeace para criar um santuário legalmente protegido no Polo Norte e banir a exploração de petróleo e pesca industrial das águas do Ártico”, diz Paul MacCartney, em seu artigo. Ele ainda convida os leitores a participar de uma ação de cyberativismo em que cada pessoa escolhe um animal do Ártico. “Eu sou a morsa”, diz, se referindo a a música “I am the Walrus”.

Fonte: Blog do Planeta

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Rio pode aprender com Londres em legado e sustentabilidade


O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, afirmou nesta sexta-feira que os organizadores dos Jogos do Rio de Janeiro 2016 podem aprender "muitas coisas" com Londres-2012, especialmente em termos de legado e de sustentabilidade.

"O mais importante, acredito, é o fato de que o legado e a sustentabilidade foram organizados desde a criação do comitê organizador", declarou Rogge ao ser questionado sobre as lições que a próxima sede olímpica pode receber do evento que começou nesta sexta-feira.

"Às vezes, no passado uma cidade se preocupava com o legado e a sustentabilidade durante a preparação dos Jogos ou ao final", completou, antes de destacar que no caso de Londres as duas questões foram "muito importantes" desde o princípio.

Os Jogos Olímpicos e os 9,3 bilhões de libras (14,6 bilhões de dólares) investidos recuperaram uma grande área poluída do leste de Londres, que foi transformada no Parque Olímpico, com a ambição de, no futuro, ser transformada em um novo bairro.

Londres-2102 também deveria ser o evento olímpico mais "verde" da história, mas os organizadores tiveram que fazer algumas concessões desde as ambiciosas promessas com as quais a cidade foi eleita, em 2005.

Rogge acompanhou na noite de quinta-feira, ao lado da presidente Dilma Rousseff, a inauguração oficial da Casa Brasil, montada pelo comitê organizador Rio 2016 para promover a próxima Olimpíada.

Fonte: Exame

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Reunião Sicredi - Controladoria Pato Branco


Foi realizado no último dia 21 de julho, na cidade de Pato Branco, Paraná, um treinamento com os vigilantes responsáveis pela segurança das agências do Sicredi Paraná e Santa Catarina, com a presença do coordenador de segurança da Sicredi Santa Catarina, Paraná e São Paulo, Sr.Wagner Gotardo. Também estiveram presentes o Sr. Alcimar, Gerente Regional Sicredi, Srta. Priscila Morosini, Psicóloga, Sr. Gelson de Almeida, Gerente da Unidade de Cascavel, Sr. Sergio Mott, Gerente da Unidade de Treze Tilias, Sr. Gilberto da Silva, Supervisor na Unidade de Chapecó, Sr. Eduardo Scuzaiatto, Supervisor da Unidade de Fraiburgo e com a participação de 22 vigilantes do Sicredi desta controladoria.

Os temas abordados foram os procedimentos de segurança em agências bancarias e análise de risco da profissão, com Sr.Wagner Gotardo, e também a apresentação da empresa e postura profissional, com a Srta. Priscila, Psicóloga do Grupo Zanardo.

Avaliamos positivamente este encontro, orientando nossos colaboradores sobre os procedimentos de segurança e, principalmente, a importância do seu trabalho desenvolvido na Sicredi, pois são eles que representam a nossa empresa junto ao cliente, a assim aproximando ainda mais a parceria Grupo Zanardo e Sicredi.                              











                                                                                                                                                          

Quiosque público carrega gadgets com energia solar


As designers Ekaterina Shchetina, Ivanova Desislava e Sogabe Tsuyoshi criaram o projeto InfoPoint. O conceito pretende instalar quiosques públicos nas cidades capazes de carregar gadgets com energia solar.

A equipe desenvolveu o quiosque para ser instalado inicialmente em Milão. Porém, o projeto que alia tecnologia e funcionalidade pode ser replicado a outros centros urbanos.

O sistema modular tem duas partes. A primeira delas tem carregadores de dispositivos eletrônicos e um painel com telas sensíveis ao toque, com informações sobre a cidade. A segunda possui um banco em forma de cruz, onde os usuários podem aproveitar para descansar.

O grande destaque do quiosque está nos dois módulos cobertos por placas fotovoltaicas. Assim, os usuários podem recarregar seus gadgets por meio de uma saída USB.

Portanto, a energia usada na estrutura do quiosque vem da energia obtida a partir da luz do Sol. Quando escurece, a eletricidade ainda mantém as lâmpadas de LED responsáveis pela iluminação local em funcionamento.

Dessa forma, o InfoPoint também ajuda os turistas a encontrar informações sobre eventos e lugares. Além disso, descobrem mais sobre a cultura e história local.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Faça um suporte para bike com peças antigas de bicicleta


O ciclista e ilustrador Kyle Wilson criou um passo a passo muito legal para fazer seu próprio suporte de bicicleta, gastando o mínimo possível e reutilizando peças de bikes antigas.


Os materiais:

- Um guidão estiloso de alguma bicicleta antiga;
- Uma mesa antiga (a peça de bicicleta que sustenta o guidão, e não o móvel)
- Um pneu velho
- Duas rolhas
- Um pedaço de tubo galvanizado que se encaixe na mesa (neste caso, o autor usou um tubo de 3/4″x4″)
- Uma flange de parede em que se encaixe o tubo galvanizado
- Fita métrica
- Furadeira
- Dois parafusos de madeira
- Nível.

O passo a passo:

1. Primeiro, encaixe o guidão na mesa (normalmente as duas peças já vêm encaixadas) e vire-o de ponta-cabeça. É no guidão que você irá pendurar sua bicicleta.



2. Este passo é opcional: encape o guidão com um pneu usado, para evitar que risque sua bicicleta, e prenda duas rolhas nas extremidades. Conforme a figura:


3. Prenda o guidão na flange utilizando o tubo galvanizado.


4. Por fim, meça a altura na parede com a fita métrica e o nível. Em seguida, faça dois furos e fixe o suporte com os parafusos de madeira. Certifique-se que tudo ficou bem firme.


Agora é só aproveitar o seu novo e estiloso suporte de bicicleta!



Fonte: Coletivo Verde

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Lixo recebe toneladas de ouro e prata por ano


O lixo eletrônico é um problema importante e também valioso. Segundo instituições ligadas à Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 320 toneladas de ouro e 7,5 mil toneladas de prata são utilizadas anualmente para a produção de aparelhos eletrônicos como computadores, tablets e celulares.


O valor dos metais empregados soma cerca de US$ 21 bilhões – US$ 16 bilhões em ouro e US$ 5 bilhões em prata – a cada ano e, quando os aparelhos são descartados, menos de 15% do ouro e da prata são recuperados.


O resultado do acúmulo constante é que o lixo eletrônico mundial contém “depósitos” de metais preciosos de 40 a 50 vezes mais ricos do que os contidos no subsolo, de acordo com dados apresentados no mês passado em reunião organizada pela Universidade das Nações Unidas e pela Global e-Sustainability Initiative (GeSI) em Gana, África.


As quantidades de ouro e prata que vão parar no lixo aumentam à medida que crescem as vendas de aparelhos como os tablets, cujas vendas em 2012 deverão chegar a 100 milhões de unidades em todo o mundo, número que deverá dobrar até 2014.


Produtos elétricos e eletrônicos consumiram 197 toneladas em 2001, equivalentes a 5,3% da oferta mundial do metal. Em 2011, foram 320 toneladas, com 7,7% do total disponível. Apesar do crescimento de cerca de 15% na oferta de ouro na última década, o preço do metal disparou, aumentando cinco vezes entre 2001 e 2011, segundo o levantamento.


“Em vez de olharmos para o lixo eletrônico como um fardo, precisamos encará-lo como uma oportunidade”, disse Alexis Vandendaelen, representande da Umicore Precious Metals Refining, da Bélgica, durante o evento.


De acordo com os especialistas, além de melhores padrões de consumo sustentável, os sistemas de reciclagem precisam melhorar para lidar com o novo tipo de lixo, mais valioso, porém mais difícil de trabalhar do que plástico ou papel.


De acordo com o levantamento feito pela GeSI e pela iniciativa Solving the E-Waste Problem (StEP) – que envolve organizações da ONU, da sociedade civil e empresas –, cerca de 25% do ouro é perdido e não pode ser recuperado por conta dos processos de desmanche empregados nos países mais desenvolvidos. Nos países em desenvolvimento, o total inviabilizado chega a 50%.


Para os especialistas presentes na reunião em Gana, o lixo eletrônico não deve ser encarado como lixo, mas como recurso, uma vez que representa uma importante fonte de renda e sua reciclagem é fundamental para a preservação do ambiente e para o desenvolvimento sustentável.


E isso não se aplica apenas ao ouro e à prata, mas a diversos outros metais, como cobre, paládio, platina, cobalto ou estanho, contidos nos produtos eletrônicos descartados.


“Precisamos recuperar elementos raros de modo a poder continuar a fabricar produtos de tecnologia da informação, baterias para carros elétricos, painéis solares, televisores de tela plana e uma infinidade de outros produtos populares”, disse Ruediger Kuehr, secretário executivo da StEP.


“Um dia – espero que mais cedo do que tarde –, as pessoas vão olhar para trás e perguntar como foi que nós conseguimos ser tão cegos e desperdiçar tanto nossos recursos naturais”, disse Kuehr.

Fonte: Exame